domingo, 25 de abril de 2010

A CANTIGA É UMA ARMA

Tia Fati, não podia começar este post de outra maneira!! Não há como contornar o mega-trabalho que fizemos o ano passado (a cronologia musicada do PREC).

Um ano depois, os festejos começaram perto da uma da manhã, na estação de serviço de Leiria, quando se trauteou a Grândola em direcção ao autocarro. Já lá dentro, seguiu-se o "Navegar, Navegar" (que não é da Revolução, mas é bonita e ninguém diz que não); aquela da gaivota que voava, voava; o Depois do Adeus (que é só a senha, minha gente) e ... não fosse o Bruno estar presente, tinha cantado o "Fado de Alcoentre" a solo. Quando cheguei a casa, quase 3 da manhã, ainda fui ver o power point que guardo com estima na pasta Escola/História. Funcionou perfeitamente!

A cantiga é uma arma
Eu não sabia
Tudo depende da bala
E da pontaria
Tudo depende da raiva
E da alegria
A cantiga é uma arma
De pontaria

Há quem cante por interesse
Há quem cante por cantar
Há quem faça profissão
de combater a cantar
E há quem cante de pantufas
P'ra não perder o lugar

Agora vou (re)ver aqueles vídeos do Pinheiro de Azevedo em que ele diz que está aborrecido porque foi sequestrado - já duas vezes!

2 comentários:

Fátima disse...

E ainda não tinhas ido ao Museu da Imprensa!!!

Como eu gosto de contribuir para a felicidade e formação das jovens almas a meu cargo!!!!!!!!!!!!
Sempre ao dispor

Tia Fati

Anónimo disse...

Vês que eu não me esqueço daquilo que escreves. Hoje quando me levantei lembrei-me 'A cantiga é uma arma'.