terça-feira, 8 de dezembro de 2009

o que (raio) ando eu a fazer para não pôr os pés no blog:

em primeiro lugar, lamento imenso a ausência! Não queria, por nada, decepcionar a Tia das Flores nem os milhares (milhões?) de fãs que têm as ervilhas na barra dos favoritos. A verdade é que também eu tenho saudade daqueles velhos posts em que a malta rachava o espírito a rir, aparecia a família a ver o que se passava e acabava tudo em grande galhofa. Enfim, ainda sou do tempo em que o arroz custava 25 centavos e as ervilhas eram boas de se comer.

Porque isto agora, já se sabe como é: um corropio, uma azáfama. Como diz a minha avózinha: "nem tenho tido parança" - que é uma palavra derivada da forma verbal "parar", como toda a gente vê. São testes e entregas de trabalhos, que se misturam com tardes de estudo e análise de notícias no TAGV. Se eu fosse nova, quando tinha ricas tardes de sofá e pantufas, tinha aproveitado apenas uma meia horinha de uma dessas tarde e, bem esticada a massa, ainda levava ao forno uns dois ou três posts - com fotos e tudo muito jeitoso.

E o fim-de-semana? Oh menina, nem sei se pense, nem sei se diga, nem sei se faça! Aliás, "eu sei lá se é os chineses, se é o c...!" »» traduzindo, estive na Invicta. Ainda apanhei umas quantas molhas, já que o querido que controla a chuva se lembrou de nos lixar o weekend e abriu as torneiras todas - menos a do banho, que quase tomei de água fria.

Acredito e entendo que nada disto esteja a fazer muito sentido, mas vim agora da Associação. São 3h da manhã e amanhã tenho que ler uma bodega qualquer do mugging nos media (ou seja lá o que for), fazer a recensão dessa mesma leitura, preparar o debate de quarta-feira. Sem contar que terça é noite de jantarada cá em casa e de karaoke num qualquer barzinho, com ou sem esplanada.

Para breve, vídeos, fotos, explicações e textos apresentáveis e dignos de referência neste bonito espaço. Para já, uma pequena consideração: é inacreditável como há professores que, mesmo longe, continuam a dar trabalho! Mais valia mandar-me ler o Foral de Seia e assinalar as palavras-chave!

Muitíssimas boas noites.

5 comentários:

Inês disse...

cala-te lá que foi um excelente fim de semana! ainda bem que nao fui eu a primeira a levantar-me!

vice' disse...

e ainda tiveste coragem de me chamar preguiçosa!! EU, a primeira a saltar da cama ! :)

Inês disse...

ainda bem que não fui eu a levar com a água fria!!!!

Anónimo disse...

Primeiros: Qualquer semelhança entre a Tia das Flores e qualquer professora que tenha tido ou venha a ter é pura coincidência! isto é uma obra de ficção!!

Segundos: Nunca a Tia da Flores pensou deter um tão grande ascendente sobre mentes que afinal se revelam muito influenciáveis, ser assim uma espécie de super-ego ( ou má consciência).

Terceiros: Sempre ao dispor para contribuir para a sobrevivência de um blog saudável, porque verde! E para a da autora, com cafezinhos, de saco ou expresso, conforme o que houver ( a oferta não é para gente esquisita!!)

Quartos e últimos: Vê se tens juízo e ... trabalha ( como eu gosto de dizer isto!!!!!!!!!!)

vice' disse...

A Tia das Flores, bem vistas as coisas, chega a ser um mito - segundo os conhecimentos mais recentemente adquiridos por mim.

É um fenómeno visível num recorte sincrónico do tempo (e não diacrónico, que é como se estuda a história); ou seja, contextualizado num determinado espaço e tempo e apenas compreendido num determinado grupo social. Lá está... ora aqui se incluem alunos e ex-alunos (ficcionados, claro) de uma (também ficcionada) escola.

Essa existência tenta passar-se por natural, lá está: a consciência!! E tem sempre um objectivo, que poderá ser verdadeiro ou não: no caso, temos a sobrevivência da autora e do blog, com cafézinhos e comentários de nível (respectivamente).

Além de um objectivo, tem também uma finalidade. O que pode parecer exactamente a mesma coisa, mas no fundo no fundo, não é bem. Neste caso que tão bem eu analisei, a finalidade da existência do mito é apenas uma: DAR TRABALHO!